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A estrutura de controlo do exercício dinami-
zou o cenário e incidentes, orientando-o para a
consecução dos Objetivos de Treino, destacando-
-se as Missões:
“Ciberataque aos Sistemas CSI das Forças Ar-
madas” com a participação da Marinha, Força Aé-
rea e Exército, onde uma red team desenvolveu
no Exército ações de sensibilização dos utilizado-
res da RDE através de campanhas de phishing e
de engenharia social;
“Ciberataque às Infraestruturas Críticas Na-
cionais”, com representantes da banca, transpor-
tes, fornecimento de água e energia, dinamizou
as restantes missões com quase duas centenas de
incidentes derivados;
“Enquadramento Legal dos Ciber incidentes”
onde um grupo significativo de juristas partilhou
experiências e desenvolveu conhecimento rela-
tivo às normas aplicáveis. Os pareceres disponi-
bilizados foram efetuados de forma autónoma
transparecendo a mais-valia da participação nesta
missão;
“Comunicação e Relações Públicas” onde foi
explorada uma situação de crise com ações reais e
simuladas de comunicação interna e externa e de
relacionamento com a comunicação social;
“Resposta Técnica a Incidentes” onde 12 equi-
pas, nacionais e estrangeiras, utilizaram uma
plataforma de treino virtualizada disponibilizada
pela parceria Exército/CybExer, conduzida pela
Indra. Equipas das universidades, empresas, Ad-
ministração Pública e instituições participantes,
treinaram as suas capacidades de proteção, defe-
sa e resposta contra-ataques sofisticados.
O CP19 promoveu, ainda, uma competição
Capture The Flag (CTF) para treino individual e
identificação de talentos. A CTF contou com 35
jogadores da Academia Militar, ramos das For-
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