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                  tres, de 26 de agosto de 2020, que incumbiu a
                  Brigada de Reação Rápida (BrigRR) de organizar
                  a Força e o Regimento de Infantaria n.  15 de a
                                                      º
                  mobilizar. Deste Regimento, concretamente do
                  1.  Batalhão de Infantaria Paraquedista, provém,
                    º
                  assim, a maioria dos 180 militares, 177 do Exérci-
                  to e três da Força Aérea (equipa de Controlo Aé-
                  reo Tático) da 9FND (Conj), entre os quais há 12
                  mulheres.
                     Por sua vez, ao Regimento de Cavalaria n.
                                                             º
                  3 (RC3), de Estremoz, coube, uma vez mais,
                  o apoio logístico à realização do BANGUI – já o
                  tinha feito durante o aprontamento da 7FND
                  (Conj), há cerca de um ano   – através da cedência
                                          1
                  de homens, viaturas, alimentação, apoio sanitá-
                  rio e alojando nas suas instalações o Controlo do
                  Exercício (Exercise Control – EXCON). É, pois, a
                  partir do RC3 que são simuladas todas as intera-
                  ções ocorridas entre o Escalão Superior e a Força
                  que executa as missões no terreno, e são as suas
                  instalações que representam, no exercício, Ban-
                  gui, a capital da RCA e onde se encontra o Campo
                  M`Poko, futuro aquartelamento da 9FND (Conj).
                     Na verdade, por detrás de toda a manobra da
                  Força durante o desenrolar do BANGUI 211, entre
                  22 e 26 de março, existe um alargado conjunto
                  de militares, com diferentes especialidades, múl-
                  tiplas funções e oriundo de várias Unidades, que
                  dá um importante contributo para a devida prepa-
                  ração da 9FND (Conj), apesar de não a integrar.
                  E entre aqueles que a integram, outros há, que
                  no exercício e futuramente na RCA, têm a incum-
                  bência de prover e garantir a sustentação logísti-
                  ca da Força e, desse modo, assegurar a sua capaci-
                  dade e prontidão para o combate, quando e onde
                  for preciso. Tarefas não de somenos importância,
                  mas que frequentemente passam despercebidas
                  e, por isso, aqui damos a conhecer.
                     No primeiro grupo estão os militares que com-
                  põem o EXCON, oriundos do Estado-Maior e da
                  Companhia de Transmissões da BrigRR, que, en-
                  quanto Unidade organizadora, dirige todas as ati-



                  1  Veja-se o Jornal do Exército n.  696, de fevereiro de 2020, pp.
                                       º
                  28 a 33.                                        A recolha do Unmanned Aerial Vehicle







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